XI. DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
Introdução
As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são adquiridas através do contato sexual. Existem mais de 25 delas, de acordo com a OMS.
A faixa etária de maior índice de infecção situa-se entre os 20 e 30 anos de idade. Há relato literário de pessoas que se infectaram com até quatro dessas doenças simultaneamente, onde a sífilis aparece mais freqüentemente.
De acordo com o estado de saúde de cada um, há a possibilidade de não adquirir a DST ao se relacionar constantemente com um doente e, por outro lado, há dados científicos de infeccionados com apenas uma relação sexual.
O portador da DST não representa perigo em sua residência; entretanto, logo que tomar conhecimento ou desconfiar que está doente, deve interromper atos sexuais, procurar assistência médica e nunca se automedicar.
A DST é perfeitamente evitável, desde que se pratique sexo seguro e não se pratique promiscuidades sexuais. Na dúvida, use sempre a camisinha e lembre-se constantemente que a força sexual é construtiva. Não faça esta energia construir sua derrocada moral.
Classificação das DST
Levando-se em consideração a forma como ela é transmitida, podemos classificá-la em:
* Essencialmente transmitida pelo ato sexual: sífilis, gonorréia, cancro mole, linfogranuloma venéreo;
* Freqüentemente transmitida pelo ato sexual: uretrites não gonocócicas, herpes genital, papiloma vírus humano HPV - condilomas, trichomoníase, AIDS;
* Eventualmente transmitida pelo ato sexual: escabiose, pediculose, hepatite A ou B, shiguelose, amebíase e outros;
* Outras maneiras de se pegar DST: sangue, roupas íntimas e lençóis;
* Condições que facilitam a contaminação: gravidez, diabete, doenças malignas, uso de anticoncepcionais artificiais (exceto camisinha), uso de antibióticos, relação anal e oral.
1. Sífilis
É causada pelo treponema pallidum - família do espiroquetas (espiral). Penetra na pele, mucosa, cai na corrente sangüínea e linfática. Embora não freqüente, pode ser transmitida numa transfusão de sangue, pela placenta (após o quarto mês de gestação) ou acidentalmente aos profissionais de saúde (luvas, materiais cirúrgicos).
Pode ser estagiada em: recente (primária e secundária), latente, tardia e congênita.
* Recente/primária - Desde o contágio até às roséolas (60 dias após). O cancro típico da sífilis primária é solitário, duro e indolor, com base lisa e aparece entre o décimo e o 60o. dia, nas regiões bálamoprepucial e grandes lábios. Há ocorrência de adenite satélite (íngua). O diagnóstico da sífilis primária é conclusivo quando se evidencia a presença do treponema pallidum.
* Recente/secundária - Do aparecimento das roséolas à ausência de sintomas (até 1 ano). Os pacientes podem apresentar lesões cutâneas altamente variáveis, bilateralmente simétricas (geralmente maculares, papulares ou papuloescamosas), lesões em mucosas, linfoadenopatia, febre, alopecia ou comprometimento orgânico local (irite, hepatite ou meningite). A identificação do T. pallidum em material obtido de lesões ou linfonodos, nestes pacientes, comprova a infecção sifilítica.
* Latente - Apresenta-se sem sintomas e pode perdurar por muitos anos. Geralmente a contaminação se deu por sangue ou pela placenta. Na ausência de achados clínicos e dados anamnéticos, pacientes com provas sorológicas e pesquisa de T. pallidum positivas são considerados portadores de sífilis latente.
* Tardia - Caracteriza-se por lesões graves e nem sempre reversíveis. Oriunda de sífilis não tratada, principalmente as originárias de contaminação por sangue ou placenta. As lesões principais se localizam: sistema nervoso central, causando dores fortes, perda de equilíbrio, surdez, cegueira, fraqueza muscular e outras; no cérebro, causando demência, paralisia geral etc; na pele, causando gomas sifilíticas/granuloma com necrose interna; no sistema osteoarticular, com nódulos articulares, artrites e gomas ósseas; sistema cardiovascular, causando aneurisma da artéria aorta, estenose coronariana, gomas cardíacas.
* Congênita ou conata - Pode resultar de abortamento, natimorto ou o feto chegar ao termo com as seguintes patologias: pele enrugada (de velho), paroníquia (unhas com sulco e pouco resistentes, dolorosas), rinite hemorrágica, nariz em sela (septo nasal destruído), esplenomegalia (baço aumentado), hepatomegalia (fígado aumentado), orquite, hidrocele, osteocondrite, hidrocefalia, ceratite, surdez, retardo mental, dentes de Hutchington etc.
2. Gonorréia
Causada pela neisseria gonorrhoeae, apresenta sinais de corrimento esverdeado, dor e queimação ao urinar e, nas mulheres, pode ser assintomática. Além da transmissão sexual, pode ocorrer pelo sangue contaminado (seringas compartilhadas, transfusões, ferimentos, tatuagens, beijo, tratamento odontológico) e, nas crianças, através do adulto infectado ou objetos recém contaminados, como toalhas e tampa de vasos. Não ultrapassa a barreira placentária, entretanto, o recém-nascido pode se contaminar pelo canal do parto e desenvolver a "conjuntivite gonocócica". É causa freqüente de infertilidade masculina e feminina.
Os sintomas aparecem de 2 a 5 até 15 dias após o coito vaginal:
* no homem: prurido na uretra, ardência e dor ao urinar, secreção (purulenta, amarela e com mau odor), polaciúria (vontade de urinar) e disuria;
* na mulher: prurido (coceira), ardência, corrimento (purulento, esverdeado e com odor forte), polaciúria etc;
* sintomas por coito: a) anal: dor ao evacuar, prurido, ardência, pus nas fezes, tenesmo etc; b) oral: faringite, amidalite.
Pode haver a doença sem sintomas, ocorrendo em 5% dos casos em homens e 40% em mulheres. Quando a gonorréia não é tratada, além da exacerbação dos sintomas já citados, podem ocorrer as seguintes patologias:
* no homem: prostatite (levando à impotência), orquite (levando à infertilidade);
* na mulher: endometrite (dispareunia), salpingite evoluindo para piossalpinge até abdome agudo;
* em ambos os sexos: ocorrências mais raras, como endocardite gonocócica, artrite gonocócica, meningite gonocócica, hepatite e outras.
O diagnóstico é realizado através da história clínica, sintomatologia e exames complementares, como a bacterioscopia e a cultura.
3. Cancro mole
Causado pelo hemophilus ducreyi. Os sintomas aparecem de 2 a 5 dias após o contágio: são feridas pequenas em vagina ou pênis, seguidas de ínguas nas virilhas, adenite satélite, dolorosas, que progridem para um bubão. Podem ocorrer secreções. Aparecem pústulas e úlceras arredondadas, irregulares, com fundo purulento e bastante dolorosas. Causa desconforto na relação e pode deixar cicatrizes nos genitais e nas virilhas.
4. Linfogranuloma venéreo
É causado pela clamydia trachomatis. No Brasil, sua incidência é baixa, ocorrendo preferencialmente no grupo etário de 15 a 30 anos. O período de incubação varia de 1 a 3 semanas. Sinonímia: mula, nicolas-favres, linfogranulomatose e 4a. moléstia.
Manifesta-se com lesão inicial de tipo pustuloso, freqüentemente desapercebida. Em seguida, surge adenopatia inguinal, conhecida como bubão, unilateral, que pode passar à fase supurativa. Nas mulheres, pode faltar a adenite inguinal, mas é freqüente o acometimento dos gânglios pararetais.
Pode haver manifestações sistêmicas, tais como mal-estar, febre, anorexia, dor pélvica etc. Pode ocorrer a complicação: estenose retal, elefantíase nos órgãos genitais, ainda fistulização do bubão em vários orifícios, com saída do pus semelhante a um regador.
5. Uretrites não gonocócicas
Uretrites em franco aumento de incidência. As ONGs se transmitem por sexo vaginal, oral e anal e também por autocontaminação e manuseio de peças íntimas.
Contabilizadas, citamos:
* Bactérias intestinais: escherichia coli, proteus e enterobacter;
* Outras bactérias: staphylococcus aureus, staphylococcus epidermidis, neisseria meningitidis, clamydia trachomatis, gardenerella vaginalis;
* Fungos ou bolor: cândida albicans, torulopsis glabrata;
* Protozoários: trichomonas vaginalis;
* Vírus: herpes genital, condilomas (HPV);
* Não infecciosas: Agentes químicos e manipulação da uretra.
Aqui a sintomatologia aparece de 10 a 21 dias após o contato.
6. Herpes genital
Das mais difundidas atualmente e que, infelizmente, se encontra em grande expansão. Pode ser herpes simples, tipo I - labial, e herpes simples, tipo 2 - genital.
Contágio: sexual - vaginal, anal, oral. Contato direto - mãos e saliva. Fatores predisponentes: stress com quebra imunológica. Emocionais: dificuldades financeiras, sexuais, profissionais, nos estudos etc, cansaço físico e mental. Traumatismo da região genital. Exposição prolongada ao sol. Doenças debilitantes de um modo geral (gripes, infecções, anemias). Etilismo. Medicamentos imunodepressores.
Os sintomas aparecem em mais ou menos 6 dias: coceira e vermelhidão nos locais afetados, como pênis, vulva, vagina etc. Pápulas, bolhas, feridas (aftas herpéticas) e grande ferida. Em torno de 15 dias depois, desaparecem, quando então os vírus se escondem nos gânglios nervosos.
Diagnóstico: pelo quadro clínico, citologia, cultura e sorologia.
Se comprometer raízes nervosas da região sacra, pode ser confundido com herpes zoster.
7. Papiloma vírus humano (HPV) - Condilomas
Causado pela papova vírus humanus (HPV). Sinonímia: Crista de galo, verruga venérea e couve-flor. A principal via de contaminação pelo HPV é através de contato sexual, com penetração de fragmentos de tecido infectado em soluções de continuidade, podendo ocorrer também auto-inoculação.
Sintomas: A infecção pelo papilomavirus costuma ser assintomática na maior parte dos pacientes. Quando ocorrem sintomas clínicos, além das lesões verrugosas, estes costumam ser: prurido e/ou dor vulvar espontânea ou às relações sexuais. No homem, atinge o sulco bálamo- prepucional e glande; na mulher, o intróito vaginal, vestíbulo e colo de útero.
O terceiro e mais comum tipo de lesão é o condiloma plano ou infecção subclínica por HPV, em que há espessamento variado do epitélio, mas sem a arquitetura papilar observada nas outras lesões.
O diagnóstico é feito pela presença da verruga, citologia, vulvoscopia, histopatologia, microscopia eletrônica, imunoquímica, hidridização e, no homem, a peniscopia.
Denota sempre falta de higiene. Pode complicar a gravidez. Produz como complicações: corrimentos e evolução para oncogênese.
8. Granuloma inguinal
Também conhecido como donovanose, é causado pelo calymmatobacterium granulomatis. De transmissão prevalentemente sexual, com período de incubação de 8 a 30 dias, é bastante raro nos climas temperados; mais freqüente nas regiões tropicais.
Sua maior incidência é no sexo masculino, preferencialmente em homossexuais e indivíduos de baixas condições sócio-econômicas.
Na maioria dos casos, a lesão inicial se localiza em prepúcio, sulco bálamoprepucial, vulva, vagina. Geralmente indolor, inicia-se por pápulas que coalescem e ulceram. Pode avolumar-se, dando origem às formas "nodular" e "elefantiásicas". Pode provocar estenose e evoluir para câncer.
O diagnóstico se faz pela história do paciente, aspectos clínicos da lesão, exames laboratoriais diretos - detenção do C.granulomatis.
9. Trichomoníase
Causado pelo Trichomonas vaginalis. Atinge cerca de 20% das infecções vaginais. Além do sexo, a transmissão pode acontecer por uso promíscuo de roupas íntimas.
No início, pode haver aumento da secreção vaginal, coceira na vulva, ardor e queimação para urinar. Os sintomas podem evoluir para um corrimento amarelado malcheiroso, coceira intensa e dor abdominal durante a relação, inflamação dos ovários. Homens: em geral assintomáticos; pode ocorrer lesão testicular e esterilidade.
10. Candidíase
Candidíase ou monilíase é uma afecção vaginal causada pela cândida albicans, que se manifesta por prurido intenso, secreção branca, semelhante a leite coalhado ou queijo fresco, de forma espessa ou puntiforme. Apresenta-se freqüentemente na grávida, diabética, criança, mulheres que fazem tratamento com estrógenos exógenos e antibiótico recente.
11. AIDS
SIDA/AIDS - esta sigla representa as iniciais da síndrome da imunodeficiência adquirida. Ela pode provocar graves doenças e ainda não tem cura. Ela diminui a capacidade de defesa do nosso organismo contra outras doenças.
É causada por um vírus chamado HIV, que pode passar de uma pessoa para a outra. Esse vírus pode ser contraído durante o desenvolvimento fetal ou ao longo da vida, nas relações sexuais com um parceiro contaminado ou, ainda, através de contaminação sangüínea. A doença não se transmite através dos genes; portanto, não tem caráter hereditário e, sim, adquirido. A ação deste vírus sobre as células de defesa, que fazem parte do corpo humano, provoca uma falha na vigilância do organismo, causadora das infecções oportunistas.
Sabemos que uma pessoa está contaminada somente através de um exame. A maior parte das pessoas soropositivas (pessoas que têm o vírus da AIDS) não têm aparência de doente e, muitas vezes, nem sabem que têm o vírus. Uma pessoa pode ter o vírus da AIDS muitos anos antes de ter qualquer doença.
Não existem grupos de risco: o vírus não escolhe quem vai contaminar. Há milhões de mulheres, homens e crianças, de diferentes classes sociais ou credos, contaminados com o HIV.
A melhor maneira de se evitar a AIDS é manter um parceiro único para as relações sexuais. Entretanto, na dúvida, usar camisinha durante o ato.
Apesar do consenso existente mundialmente, ainda há setores sociais que se posicionam contra o uso do preservativo, argumentando, entre outras coisas, que o mesmo não seria uma barreira eficaz contra o HIV. Entretanto, diversos estudos confirmam a eficiência desse método na prevenção da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis.
Em um estudo, recentemente realizado, ficou demonstrado que o uso correto e sistemático de preservativos, em todas as relações sexuais, apresenta uma efetividade estimada de 90 a 95% de segurança.
A impermeabilidade é um dos fatores que mais preocupam as pessoas. Em um estudo feito, ampliou-se o látex do preservativo, utilizando-se de microscópio eletrônico, esticando-o em 2 mil vezes, não foi encontrado nenhum poro.
Em outro estudo, feito em 1992, concluiu-se que, mesmo nos piores casos, os preservativos oferecem 10 mil vezes mais proteção contra o vírus da AIDS do que a sua não utilização.
O HIV é um retrovírus. Ele transmite seu código genético através de uma molécula tipo RNA. Normalmente, essas moléculas não são capazes de se inserir no código genético das células humanas, pois este código se encontra em moléculas do tipo AND.
Para que possa haver uma inserção, faz-se necessária a transformação do código viral de RNA para DNA, que é feita através de uma enzima chamada Transcriptase Reversa (TR), característica desse tipo de vírus. Existem outros retrovírus, como o HTLV I/II, cujas infecções são pouco conhecidas e não são vírus da AIDS.
A incidência da doença está assim distribuída (dados 1999/UNAIS):
* América do Norte - 900 mil
* América Latina - l,3 milhão
* Caribe - 360 mil
* Europa Ocidental - 520 mil
* África subsariana - 24,5 milhões
* África do Norte e Oriente Médio - 220 mil
* Leste da Europa e Ásia Central - 420 mil
* Sul e Sudeste Asiático - 5,6 milhões Leste Asiático e Pacífico - 530 mil
* Austrália e Nova Zelândia - l5 mil... num total de 34,365 milhões de pessoas.
Nos últimos dois anos, foi registrado um aumento de 12,30% ao ano. No ano passado, a cada mês, 313,750 pessoas se infectaram, ou seja, l0,450 por dia, no mundo. Mas está melhorando, pois este índice já foi de 16.000.
No Brasil, há aproximadamente 160 mil pessoas infectadas. A proporção atual entre homens e mulheres aqui é de 3:1, tendendo cada vez mais a se igualar. Em 1985, essa razão era de 28 homens para 1 mulher. Considerando-se que 85% das mulheres infectadas estão em idade reprodutiva, pode-se perceber o enorme risco da transmissão perinatal de HIV.
A transmissão da mãe para o concepto pode ocorrer em três momentos: durante a gravidez, através da placenta; no parto, por contato com secreções ou sangue da mãe; e no puerpério, através do leite materno.
O vírus, em si, não é teratogênico e não prejudica o crescimento ou desenvolvimento fetais. Entretanto, redução na média de peso, maiores taxas de prematuridade e ruptura de membranas são observados.
O melhor tratamento da AIDS é a prevenção.
Existem hoje alguns medicamentos fazendo parte dos seguintes grupos: antivirais nucleosídeos (o AZT, p.ex.); inibidores da protease; inibidores da transcriptase reversa não-nucleosídeos; inibidores da fusão do HIV na parede da célula CD 4 positiva; associação do anticâncer hidroxiurea com antivirais nucleosídeos, e outros.
Em se tratando de pacientes imunocomprometidos, é relevante o papel das infecções por germes oportunistas.
Seguem-se os principais:
" Bactérias - Mycobacterium tuberculosis, mycobacterium avium, micobactérias atípicas e outras: S. pneumoniae, H. influenza, S.aureus, Rhodoccocus equi e bacilos gram negativos entéricos;
" Fungos - Cryptoccus neoformans, Pneumocystis carinii, Candida spp, Histoplasma capsulastum;
" Protozoários intestinais - Cryptosporidium parvum, Isospora belli e Cyclospora cayetanensis e outros microsporidium;
" Outros parasitas teciduais e intestinais - Strongyloides stercoralis, Giardia lamblia e Toxoplasma gondii.
Visão Doutrinária
A predisposição orgânica às diferentes doenças tem, pela medicina terrestre, entre outras, explicações genéticas. O espírita sabe que o perispírito, possuidor de núcleos desencadeadores das patologias crônicas e facilitador das contaminações e infecções, é a residência, incontestável, das doenças que eclodem no corpo material.
De Jorge Andréa: "Os núcleos em potencialização, encontrados no inconsciente pretérito, energeticamente negativos, desarticulam as sinergias do corpo espiritual, criando predisposições mórbidas para variadas doenças. (...) As imprudências no campo sexual, o ócio, as carências higiênicas, as promiscuidades facilitam o ataque dos microorganismos. (...) Em conseqüência, as doenças eclodirão, nesta ou nas demais reencarnações, como dívidas cármicas...".
De Marlene Rossi Severino: "A energia sexual está vinculada à lei de ação e reação e, como tal, o seu emprego obedece às mesmas regras: tudo quanto atirarmos em relação a outrem, matematicamente, voltará para nós".
Em "Vida e Sexo", de Emmanuel, lemos: "Toda vez que uma pessoa convida ou aceita um convite para a comunhão sexual em bases de afinidades e confiança, estabelece-se entre ambas um círculo de forças pelo qual a dupla se alimenta, psiquicamente, de energias espirituais em regime de reciprocidade".
Portanto, o sexo moralizado exige:
1. Não proibições, mas educação;
2. Não abstinências, mas fidelidade;
3. Não normas de conduta, mas respeito a si mesmo e ao parceiro;
4. Não disciplina rígida, mas controle cristão;
5. Não impulso escravizado às regras, mas responsabilidade de ambos.
Finalmente, de Joanna de Ângelis: "Enfrenta as fraquezas. Conscientiza-te dos teus pontos vulneráveis e constatarás quão fácil te será vencer as tentações e superar as más inclinações que te atormentam".
Bibliografia:
1. O LIVRO DOS ESPÍRITOS, de Allan Kardec, Edição FEB, 02/1994;
2. SEXO E DESTINO, de F.C.Xavier/André Luiz, Edição FEB;
3. EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS, de F.C.Xavier/André Luiz, Edição FEB;
4. VIDA E SEXO, de F.C.Xavier/Emmanuel, Edição FEB;
5. GINECOLOGIA PRACTICA, do Prof. Dr. W. Pschyrembel;
6. DOENÇAS INFECCIOSAS EM GINECOLOGIA, de Giles R.G. Monif;
7. ENCICLOPEDIA GINECOLOGIA, do Prof. Jorge Resende/Paulo Belfort;
8. DIAGNÓSTICO E TERAPIA EM GINECOLOGIA, de S. Piato;
9. HPV - INF. GEN, de Claudio Jacynto.